A partir do meu repertório e experiência anterior em economia, planejamento estratégico, gestão de projeto, comunicação e marketing e do meu longevo interesse por uma amplitude de assuntos, como análise quantitativa e comportamental, simbologia, psicologia, filosofia, literatura etc, a marca se revelou para mim como o eixo de toda a construção de valor de uma organização. Virou ferramenta de gestão.
Construir uma marca forte é um trabalho que envolve todas as áreas. Tudo está integrado. Toda experiência de um cliente, colaborador ou parceiro com a organização é, querendo ou não, expressão de sua cultura. Quando Ralph Emerson disse “suas atitudes falam tão alto que eu não consigo ouvir o que você diz” ainda não havia o excesso de informação que nos impacta diariamente. Ouvimos cada vez menos o que as empresas falam. Por isto, a cultura (o que inclui seu aspecto mais tangível: os processos) vem assumindo um crescente protagonismo na expressão e construção da marca.
Crescer com alma expressa o propósito maior do trabalho da CasaRouge: ajudar empreendedores, empresários, executivos e outros líderes a desenvolverem seus negócios sem perder a essência do que os torna especiais.
A CasaRouge já teve diferentes formatos e nomes ao longo destes 20 anos. No começo, a consultoria tinha o meu nome. Eu gostava porque expressava a autonomia de pensamento, que sempre foi um valor para mim. Com o tempo e os diferentes projetos vieram os assistentes, outros consultores e parceiros. O valor construído ia muito além de mim e assim nasceu a CasaDaimon.
Em 2017, pela primeira vez, quis ter sócias. A motivação veio do encontro com duas pessoas especiais: Isadora Sbrissa de Campos, minha cliente em dois projetos e Fabiana Pellicciari, ambas brilhantes e experientes. Assim nasceu a CasaRouge. Além do fio que integra, vermelho veio para expressar a coragem de três mulheres experientes em endereçar questões de fragmentação e desperdício de esforços nas organizações. Algumas vezes é preciso falar o que o cliente não quer ouvir, mas o que é o melhor pra ele, considerando seus desejos e sonhos, mas também suas condições concretas.
Nossa parceria foi um perfeito exemplo do ditado africano “se você quer ir rápido, vá sozinho; se quer ir longe, vá acompanhado”. A vida e os interesses nos separaram na época da pandemia, mas o vínculo permanece.
Os projetos são diversos. As propostas são preparadas a partir da investigação e interpretação da “dor”. Dependendo da competência necessária e do prazo demandado, convidamos consultores parceiros ou montamos um time específico.
Em 20 anos trabalhamos com cerca de 60 clientes, dentre eles grandes organizações ou pequenas e médias empresas e start-ups: Natura, Sertrading, Lumini, Itaú, Actis, Julius Baer, GEF, Dengo, Fesa, Vale, It’sSeg, Will Bank, Lagar H, OpenEra, Secpower, Íntegra Associados, Takaoka, Kestraa, CasaNinho, DeGoeye Advogados, entre outros.
O que me motiva é o desafio intelectual de ajudar um time a entender e resolver um problema, revelar uma identidade de marca, pensar, cutucar, oferecer insights, integrar, consolidar, inovar. E o que me realiza é ver a transformação acontecer.
A partir do meu repertório e experiência anterior em economia, planejamento estratégico, gestão de projeto, comunicação e marketing e do meu longevo interesse por uma amplitude de assuntos, como análise quantitativa e comportamental, simbologia, psicologia, filosofia, literatura etc, a marca se revelou para mim como o eixo de toda a construção de valor de uma organização. Virou ferramenta de gestão.
Construir uma marca forte é um trabalho que envolve todas as áreas. Tudo está integrado. Toda experiência de um cliente, colaborador ou parceiro com a organização é, querendo ou não, expressão de sua cultura. Quando Ralph Emerson disse “suas atitudes falam tão alto que eu não consigo ouvir o que você diz” ainda não havia o excesso de informação que nos impacta diariamente. Ouvimos cada vez menos o que as empresas falam. Por isto, a cultura (o que inclui seu aspecto mais tangível: os processos) vem assumindo um crescente protagonismo na expressão e construção da marca.
Crescer com alma expressa o propósito maior do trabalho da CasaRouge: ajudar empreendedores, empresários, executivos e outros líderes a desenvolverem seus negócios sem perder a essência do que os torna especiais.
A CasaRouge já teve diferentes formatos e nomes ao longo destes 20 anos. No começo, a consultoria tinha o meu nome. Eu gostava porque expressava a autonomia de pensamento, que sempre foi um valor para mim. Com o tempo e os diferentes projetos vieram os assistentes, outros consultores e parceiros. O valor construído ia muito além de mim e assim nasceu a CasaDaimon.
Em 2017, pela primeira vez, quis ter sócias. A motivação veio do encontro com duas pessoas especiais: Isadora Sbrissa de Campos, minha cliente em dois projetos e Fabiana Pellicciari, ambas brilhantes e experientes. Assim nasceu a CasaRouge. Além do fio que integra, vermelho veio para expressar a coragem de três mulheres experientes em endereçar questões de fragmentação e desperdício de esforços nas organizações. Algumas vezes é preciso falar o que o cliente não quer ouvir, mas o que é o melhor pra ele, considerando seus desejos e sonhos, mas também suas condições concretas.
Nossa parceria foi um perfeito exemplo do ditado africano “se você quer ir rápido, vá sozinho; se quer ir longe, vá acompanhado”. A vida e os interesses nos separaram na época da pandemia, mas o vínculo permanece.
Os projetos são diversos. As propostas são preparadas a partir da investigação e interpretação da “dor”. Dependendo da competência necessária e do prazo demandado, convidamos consultores parceiros ou montamos um time específico.
Em 20 anos trabalhamos com cerca de 60 clientes, dentre eles grandes organizações ou pequenas e médias empresas e start-ups: Natura, Sertrading, Lumini, Itaú, Actis, Julius Baer, GEF, Dengo, Fesa, Vale, It’sSeg, Will Bank, Lagar H, OpenEra, Secpower, Íntegra Associados, Takaoka, Kestraa, CasaNinho, DeGoeye Advogados, entre outros.
O que me motiva é o desafio intelectual de ajudar um time a entender e resolver um problema, revelar uma identidade de marca, pensar, cutucar, oferecer insights, integrar, consolidar, inovar. E o que me realiza é ver a transformação acontecer.